
Elba e a atriz Flávia Monteiro

Mesmo com a ausência do namorado, Cezinha do Acordeon (25), durante show de seus 30 anos de carreira, no Teatro Rival, Rio, Elba Ramalho (59) desmentiu os rumores de que teria terminado o relacionamento. "Está tudo em paz. Cezinha teve um espetáculo e por isso não está aqui. Ele também tem a carreira dele", disse a cantora, no camarim.

A emoção deu o tom de uma apresentação muito especial para Elba Ramalho (59). No altar da Igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, Rio, ela interpretou Ave Maria, de Gounod (1818-1893), durante a entrada da publicitária Aline Souza Braile (26), noiva de seu sobrinho, o consultor Bruno Ramalho Soares (29). "Aline me convidou. Já cantei em outros casamentos, por amizade, para queridos como o Murilo Rosa, por exemplo. Mas hoje foi o dia em que fiz mais bonito", afirmou a artista, que também foi uma das madrinhas, ao lado do primogênito, Luã (23), da união como ator e cantor Maurício Mattar (46). "Bruno é como um filho para mim, eu o batizei. Tenho uma ligação muito especial com ele. Sonhei que minha irmã gerava um menino antes mesmo de ela saber que estava grávida", contou Elba. "Hoje vim aqui com Luã. Cezar viajou para Recife a trabalho. Mas está tudo ótimo entre nós", completou, referindo-se ao amado, o músico Cezinha do Acordeon (25), com quem se relaciona há cerca de dois anos.


A cerimônia religiosa foi celebrada pelo padre Jorjão, que conhece Bruno, filho da produtora Vavá Ramalho (60), irmã de Elba, com o administrador Marcos Soares (64), desde a época em que ele estudava no Colégio São Paulo, em Ipanema. Foi diante da escola que os noivos começaram a ficar juntos. "Namoramos por 11 anos. Durante esse tempo, morei nos Estados Unidos. Quando voltei ao Brasil, percebemos que não queríamos mais ficar separados, desejávamos um compromisso verdadeiro. Noivamos há quatro anos e marcamos a data no começo de 2009", contou Aline, em um vestido da estilista Marie Lafayette. A chegada dela ao altar decorado com flores brancas comoveu seus pais, Esther Dantas (46) e Eduardo Braile (49), ambos empresários. A boda teve as três filhas adotivas de Elba, Maria Clara (8), Maria Paula (7) e Maria Esperança (3), como damas de honra. "A família é a menor e mais importante organização do planeta. A sociedade estaria melhor se houvesse mais cuidado com sua estrutura", analisou a cantora, rodeada dos quatro herdeiros. "Estudo música em Boston. Vim ao Brasil só para o casamento. Cresci com o Bruno", ressaltou Luã.
Ao deixar a igreja, os recémcasados recepcionaram os cerca de 200 convidados no clube Marimbás, em Copacabana. O casal entrou no salão e foi direto para a pista de dança, onde agradeceu o carinho de odos. "Fiz tudo de coração. Em cada coisa aqui botei meu dedo. Eu e Bruno estamos contentes de compartilhar nossa felicidade", discursou Aline. Em seguida, mais uma surpresa. Vestida com um longo pink da grife Twiggy, Elba anunciou a presença do músico pernambucano Geraldo Azevedo (63), que a acompanhou ao violão na romântica Dia Branco. "Já faço parte da família Ramalho e fiquei muito feliz quando a Vavá me convidou. Conheço o Bruno desde pequeno", contou ele. Depois da festa, por volta das três da manhã, Bruno e Aline seguiram para sua noite de núpcias, no hotel Copacabana Palace. A lua de mel será em Nova York e no Havaí.
Elba Ramalha com as filhas, Maria Esperança, Maria Clara e Maria Paula em shopping do Rio
Elba Ramalho: dia de cuidados
Elba deixa o shopping
Elba Ramalho acenou para os paparazzi
Elba Ramalho exibiu energia em dobro, na noite de quarta-feira (13). Após prestigiar o show de Gilberto Gil, a cantora resolveu se encontrar com uma amiga. A dupla foi vista no restaurante Quadrucci, que fica no Leblon, Rio de Janeiro.
As duas se divertiram e colocaram a conversa em dia. Durante o programa, a cantora não se mostrou intimidada com os flashes e, simpática, acenou e sorriu para os paparazzi. Antes de sair do local, Elba voltou a cumprimentar os fotógrafos.
A cantora se divertiu com um amiga
Fonte: Quem Notícias
Na segunda-feira, o programa é todo dedicado à Elba Ramalho, que chamou amigos como Cezinha, Geraldo Azevedo e Bráulio Tavares pra falar um pouco sobre seus 30 anos de carreira.
No Castelo de CARAS, cantora se revigora e fala do câncer
- Qual é a sua impressão sobre esta região do Castelo?
- É um lugar extremamente agradável! Foi muito bom me transportar para esta calmaria. O Castelo é lindo, tem história e uns salões imponentes. Melhor ainda foi poder passar um tempo com o Luã, que está fazendo faculdade de Música em Boston e veio para cá somente para me encontrar. Foi uma delícia.
- Como lida com o fato de ter o seu filho morando longe?
- Tenho muito orgulho, mas também muita saudade. Olho para o quarto dele e às vezes caio no choro sozinha, porém não deixo transparecer. Aos 21 anos, eu também deixei família, amigos e me mudei para o Rio de Janeiro em busca da música, do teatro, das coisas que me inspiravam. Ele está fazendo o que é correto para ele. Mesmo com toda a dor, sempre irei apoiá-lo.
- E você tem também três meninas pequenas...
- Ah, as meninas... Nossa relação é muito saudável, de muito amor. Elas são minhas filhas de coração e de alma. A gente brinca, passeia, vai ao parque. No verão, ficamos em Trancoso, na Bahia, e aí elas se esbaldam, brincam na praia, tomam banho de mar... Quando estamos no Rio, sou eu quem as leva e as busca na escola, confere e ensina a lição de casa e acompanha ao pediatra.
- Elas têm ideia do quão famosa a mãe delas é?
- As três acompanham meu trabalho, gostam de música e ficam cheias de orgulho quando alguém pergunta se elas são filhas da Elba Ramalho. Acho que as crianças têm aquela fantasia da mãe ser a melhor de todas, ser famosa... Mas quero que elas te-nham os pés no chão. Sempre.
- Você enfrentou com bravura e coragem uma doença que muita gente não gosta nem de pronunciar o nome...
- Eu também evitava, mas hoje falo, sim, câncer de mama. Sou uma pessoa muito calma, serena e acho que tenho um entendimento sobre a vida e a morte que não diria ser perfeito, porque sou humana, e por isso imperfeita, mas não tenho medo de morrer. Mesmo assim, foi um grande baque. Não sei porque a gente tem câncer... Talvez Deus queira nos dar um puxão de orelha, fazer com que acordemos para alguma coisa. Passei por dois anos turbulentos: separação, adoção de mais uma filha... Sempre cuidei bem do corpo, mas também sei que vacilei em questões emocionais. Em vez de colocar para fora, segurava tudo dentro de mim...
- E como você está hoje?
- Muito bem, quero mais é celebrar a vida! Sou uma mulher realizada. Vim de origem pobre, nasci no sertão, batalhei, atravessei rios secos e cheios para chegar até aqui e com as pedras que me atiraram construí castelos.
- Você está feliz com a sua nova idade?
- Fiz 59, mas me sinto como se tivesse 25. Minha energia é boa. Passou a fase da ansiedade, estou mais seletiva, sei o que me faz bem, o que faz mal. A gente ganha profissionalismo no viver. Envelhecer é uma forma de sabedoria. Estou um pouco mais velha na carne e muito mais sábia no espírito. Só espero sempre ter força para poder amparar meus filhos, a família, os amigos e os fãs.
- O coração também está feliz? Como é a sua relação com o Cezinha do Arcodeon?
- Cezinha é um músico extraordinário, toca na minha banda e assina a direção musical dos meus projetos. Nossa parceria maior é na música, e a partir daí acontece um relacionamento que é leve.
Fonte: Portal Caras
Elba homenageia Dominguinhos
Dominguinhos, Elba Ramalho e Lenine
Dona de uma das vozes mais belas e marcantes da MPB, com agudos graves e médios devidamente explorados, paraibana se apresentou na Capital. No show, cantora revisitou grandes sucessos dos 30 anos de carreira
Elba Ramalho, Juliano Sampaio e Loalwa

Elba Ramalho e Glória Maria
Glória Maria com as filha e com Elba Ramalho
Alcione, Elba Ramalho e Zélia Duncan - Felicidade nos camarins