segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Elba divide palco carioca com a cantora pernambucana Cristina Amaral

Além de seis bailarinos e dos onze músicos da banda capitaneada por Cezinha do Acordeom, Elba Ramalho dividiu o palco da casa Vivo Rio - onde fez a estreia carioca de seu show Marco Zero na noite de 8 de janeiro de 2011 - com Cristina Amaral. Com presença e voz opacas, a cantora pernambucana participou de Amor com Café (Cecéu) - hit de Elba em 1982 - e do medley que junta dois sucessos do Trio Nordestino, Pic Plic Plá (João Silva e J. Aquino) e Forró Pesado (Assizão e Lindolfo Babosa), com o Forró do Xenhenhém (Cecéu). Na sequência da participação de Cristina Amaral, antes de começar a cantar Na Base da Chinela (Jackson do Pandeiro e Rosil Cavalcanti), Elba intimou Carlinhos de Jesus - que estava na plateia - a subir ao palco para mostrar uns passos de dança. Jesus ganhou fama ao dançar em shows de Elba.

Fonte: Notas Musicais

Elba Ramalho enfrenta falta de luz e emociona plateia no Vivo Rio

Elba Ramalho não vai ter muitas boas recordações do lançamento da turnê "Marco zero", que comemora seus 30 anos de carreira, no Vivo Rio. Faltou luz duas vezes durante o show, que aconteceu na noite de sábado. Na primeira, Elba já estava cantando havia 40 minutos, e começava a esquentar o público com um set de forró, quando as luzes se apagaram todas de uma vez só: a casa de shows, lotada, virou um breu total. Depois de cinco minutos, e muitas vaias da plateia, as lâmpadas voltaram a se acender aos poucos. A cantora retornou ao palco e alfinetou a organização do Vivo Rio: "Eu tenho um projeto lá em Trancoso, na Bahia, onde tenho casa, e faço show lá, coisa pequena, para 200 pessoas. Mas até para 200 pessoas eu alugo um gerador para o caso de faltar luz", disse ela, ovacionada pelas centenas de espectadores. "Isso aconteceu várias vezes hoje à tarde, enquanto passávamos o som para o show. Vamos torcer para que não aconteça de novo".

Mas aconteceu. Já quase no fim da apresentação, o Vivo Rio virou uma escuridão novamente. Desta vez, a plateia, irritada com a falta de respeito com a artista, começou a cantar "Banho de cheiro". Elba, que já se encaminhava para a coxia, parou para escutar a homenagem - iluminada apenas por pequenas lanternas nas mãos de assistentes de palco. Ao fim da música e da salva de palmas, a cantora - sem microfone - puxou o sucesso "De volta pro aconchego", que o público entoou num coro de arrepiar. Vendo que a luz não voltaria, Elba decidiu continuar o show, com o auxílio apenas das lanterninhas. Posicionou um banquinho bem na beira do palco, pegou seu violão, e começou a tocar e cantar "Chão de giz", acompanhada pela banda - toda enfileirada na beira do palco, para que pelo menos os espectadores mais próximos pudessem escutá-los. E a plateia foi ao delírio.

A luz acabou voltando. E a cantora interpretou as três últimas músicas com pouquíssimos recursos de iluminação, com medo de sobrecarregar o sistema mais uma vez. O público nem teve forças para pedir o bis: o ar-condicionado também foi desligado para evitar um novo apagão. O show terminou quente, mas não como deveria. Elba não merecia tantos contratempos numa noite especial como essa, em que ela celebrava seus 30 anos de carreira. Mas seus fãs saíram ainda mais fãs, pelo profissionalismo e pelo respeito ao público que ela demonstrou.

A falta de luz acabou ofuscando uma bela homenagem que Elba prestou durante a apresentação. Emocionada, ela revelou a morte de seu pai, João, aos 93 anos, na última quinta-feira. E interpretou uma valsa ("Dúvida") que contou ter aprendido com ele quando era criança, e que foi cantada por ela e pelos irmãos durante o funeral, na Paraíba.

Fonte: Extra

Elba Ramalho e o Marco Zero

Elba se mantém há 30 anos como uma das grandes vozes femininas da música brasileira

A cantora "paraibucana" (como se denomina) Elba Ramalho virou o ano lançando a verdadeira pérola da Música Popular Brasileira chamada Marco Zero - Ao Vivo (Biscoito Fino). O trabalho, gravado no Recife, com a participação de cerca de 100 mil pessoas, é uma celebração aos 30 anos de carreira desta legítima representante da música nordestina. Para essa grande festa Elba chamou um seleto e competentíssimo time de cantores e compositores, uma verdadeira celebração à brasilidade e o espírito interiorano do nordeste.

Elba Ramalho se mantém há 30 anos como uma das grandes vozes femininas da música brasileira. Para coroar essa carreira, só mesmo um evento grandioso como foi o show no Marco Zero, no Recife (PE), realizado em março do ano passado. A festa ao ar livre, que reuniu um público de 100 mil pessoas, virou produtos nos formatos de DVD e CD. Essa multidão é mostrada logo de cara, num sobrevoo. Um mar de gente que se espalhava na só na praça do Marco Zero, ponto inicial da velha Recife, mas também pelas ruas próximas.

E para começar uma noite como essa, nenhuma música seria mais adequada que Anunciação, hino do filho da terra Alceu Valença. Logo em seguida Elba, acompanhada de bailarinos, apresenta Leão do Norte, trabalho representativo do amor mútuo entre a cantora e o povo pernambucano. As reverências não param aí. Elba faz questão de citar seus parceiros e companheiros de longa jornada durante a apresentação. Lembra que foi Zé Ramalho quem lhe deu de presente a emblemática Banquete dos signos para seu segundo disco; canta gostoso demais, dizendo que Dominguinhos é um dos que a acompanham desde o início da carreira; e conta que, logo que saiu da Paraíba, dividiu apartamento com Geraldo Azevedo, que foi o compositor das primeiras faixas de Ave de Prata, disco de estreia.

Este último estava na extensa lista de convidados e ajudou na levar Canta coração e Chorando e cantando, assim como Zé Ramalho, com quem não dividia o palco havia seis anos. a música? Para delírio dos fãs, foi Admirável gado novo, nunca antes gravada pela dupla, além de Chão de giz. Na sequência, Elba apresenta vários forrós: Plic plá, Forró pesado, Forró do xenhenhem, Na base da chinela, Qui nem jiló e Eu só quero um xodó. Com Flávio José, canta Espumas ao vento e com o também pernambucano Lenine, Elba apresenta Queixa. Para fechar o bloco, se junta ao Maestro Spok com "ravo vermelho e Ciranda da rosa vermelha.

Para presentear ainda mais o público, chama ao palco a Marrom Alcione para cantar O meu amor e Forró na gafieira. Outro grande nome, Chico Cesar, comparece para acompanhar Elba em Recife nagô, os dois bem acompanhados por bailarinos e tambores de maracatu. A cantora ainda baila com Carlinhos de Jesus e canta com André Rio em Chuva de sombrinhas. Tropicana e Frevo mulher são escolhidas para fechar uma noite para ficar na história.

Ícone da MPB - O CD e DVD rememora 30 anos de uma carreira iniciada no final da década de 1970, quando, após integrar o elenco da montagem original da peça A Ópera do Malandro, de Chico Buarque, surpreendeu o país com o LP Ave de Prata, inspirado na composição homônima de Zé Ramalho. O disco já incluía canções de compositores nordestinos, uma das marcas da cantora ao longo da carreira, além da faixa Não sonho mais, de Chico Buarque.

Filha do nordeste brasileiro, nascida no alto sertão da Paraíba, sob o signo de Leão, cercada de religiosidade e fé, Elba herdou a musicalidade de seu pai, que a despertou cedo para a mais sublime das formas de comunicação, a música. Foi também rodeada pelo solo seco e vegetação árida que a cantora se familiarizou cedo com os mais diversos ritmos da região: baião, maracatu, xote, frevo, pastoril, caboclinhos e forrós. Gêneros que preservam a pureza de uma cultura eminentemente popular. (Com Assessoria)

Fonte: Gazeta Digital

sábado, 8 de janeiro de 2011

Elba Ramalho reata com namorado e faz show no Rio

Depois de curtir uma temporada de férias na Bahia com suas três filhas adotivas, Elba Ramalho está de volta aos palcos. A cantora estreia hoje à noite, no Vivo Rio, a turnê "Marco Zero", em comemoração aos 30 anos de carreira. Ela será acompanhada por diversos músicos, inclusive o namorado, Cezinha do Acordeom, com quem reatou após ficar alguns meses sozinha.

— Não estou solteira, estou namorando — confirma Elba, que não se estende ao ser questionada sobre a vida afetiva.

A paraibana, que mora há 36 anos no Rio, mas também tem uma casa em Trancoso, na Bahia, prefere falar sobre o afeto que cultiva pelos cariocas e baianos.

— O Rio sempre foi o meu sonho de consumo. Ainda criança, no sertão, eu idealizava vir morar aqui. A Paraíba sublimou minha carreira, mas o Rio a consolidou — diz a artista, que passa o ano em terras cariocas e, $verão, se refugia na Bahia, onde gosta de andar descalça e abrir a casa para músicos e amigos.

— Trancoso é para mim como um santuário. Recebo uma energia que serve de subsídio para o meu trabalho — diz.

Mas não é só a energia da natureza que sustenta Elba. O preparo para os shows inclui corridas diárias na areia fofa, sessões de ioga, meditação e uma alimentação balanceada.

— Mas na hora o que vale mesmo é a alegria. O prazer, que é a mola propulsora, porque sem ele nada acontece — arremata a artista.

Show na posse de Dilma

Apesar das férias, Elba interrompeu o descanso para se apresentar na posse da presidente Dilma, com quem teve rápido contato.

— Achei a eleição de Dilma surpreendente. Ela me pareceu uma pessoa inteligente e sensível. Tem conhecimento, personalidade e um jeito de se posicionar que vai trazer coisas boas — aposta.

Fonte: Extra

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Elba Ramalho revisita 30 anos de carreira

Rio - Elba Ramalho, há 30 anos uma das grandes vozes femininas da música brasileira, desfila seu talento amanhã, no Vivo Rio. O show é baseado em seu novo CD e DVD ‘Marco Zero’, registro da apresentação que fez no Recife em março de 2010.

No repertório, músicas que estabeleceram sua carreira, como ‘Anunciação’, de Alceu Valença. “Nunca me prendi a um estilo musical na minha trajetória, passei sempre por diversos estilos, da música do Nordeste à música romântica”, define Elba.

No palco, ela vai contar com a participação de seis dançarinos de frevo vindos diretamente do Recife. “Gravei o DVD na capital pernambucana, mas fazer show no Rio é muito especial, é a cidade que escolhi para morar”, festeja a cantora.

SERVIÇO:
VIVO RIO. Avenida Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo (4003 -1212).
Amanhã, às 22h. De R$ 40 (pista) a R$ 100 (camarote e setor VIP). 16 anos.


Fonte: O Dia Oline

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Morre em João Pessoa o saxofonista João Nunes, pai da cantora Elba Ramalho

No início da tarde desta quinta-feira (6), por volta das 12h05, o pai da cantora paraibana Elba Ramalho morreu no hospital da Unimed, na Capital Paraibana, onde estava internado desde o último dia 13 de dezembro. João Nunes de Sousa morreu aos 93 anos, vítima de falência múltipla de órgãos.

A assessoria de imprensa do hospital da Unimed informou que João Nunes morreu às 12h05. Segundo a assessoria, a falência múltipla dos órgãos é consequência da septicemia (infecção geral grave). José Nunes ainda sofria de infecção urinária.

Ainda segundo a assessoria do hospital, a liberação do corpo está prevista para as 16h desta quinta. A cantora Elba Ramalho estava em viagem, em Buenos Aires, e virá a João Pessoa, para o enterro do pai.

Fonte: Portal Paraíba 1

Aos quase 60, sem parar até o carnaval

Se para milhões de brasileiros esta é uma época de descanso, para os artistas identificados com verão e folia, a temporada, naturalmente, é de muito trabalho. Elba Ramalho é uma que não para. No finzinho de dezembro, fez show em Trancoso. Virou o ano se apresentando para três mil pessoas, em Aracaju. No dia 1.º, foi uma das cantoras convidadas para os palcos montados para os festejos pela posse da presidente Dilma, em Brasília.

Na última terça-feira, de volta ao seu aconchego, em Trancoso (a deliciosa vila baiana é seu refúgio nesses meses de "férias"), ela dividiu o palco com Margareth Menezes. Sábado, lança no Vivo Rio seu novo DVD, Marco Zero (Biscoito Fino), gravado ao vivo em celebração aos 30 anos de carreira discográfica (de vivência artística, é mais tempo). Até depois do período carnavalesco, o caos aéreo é o limite.

O título do DVD, produzido por Elba e seu sanfoneiro Cezinha, também arranjador, é uma alusão ao local em que o grandioso show foi realizado: o marco do nascimento do Recife, no centro histórico. Cem mil pessoas cantaram com essa autodefinida "paraibucana" bem no dia do aniversário de 473 da cidade, em 12 de março de 2010.

Na ocasião, mesmo depois de ter atravessado o carnaval pulando com (e para) os foliões, a cantora, filha da Paraíba, mas de pai pernambucano, tirou energia de "debaixo do barro do chão" e comandou a massa por cinco horas.

A mesma energia a conduziu na passagem do ano, e a traz ao Rio, onde mora desde 1974. "Já estou acostumada: sempre viro o ano cantando, é o que mais gosto na vida. Não tenho tanta ansiedade com essa coisa de ano novo. A vida vai seguir", disse, serena, por telefone, no primeiro dia útil de 2011, ano em que completará 60 (dia 17 de agosto). "Tem muitos anos que eu não sei o que é tirar 15 dias de férias", desabafou ela.

Boa parte de seus sucessos está no repertório desse show, das românticas Gostoso Demais (Dominguinhos/Nando Cordel), De Volta Pro Aconchego (outra da dupla) e É Só Você Querer (Nando Cordel) aos forrós Anunciação (Alceu Valença), Banquete dos Signos (Zé Ramalho) e Qui Nem Jiló (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira) e os frevos Chuva de Sombrinhas (Almir Rouche), Tropicana (Alceu Valença/Vicente Barreto) e Frevo Mulher (Zé Ramalho).

Outros clássicos seus, como Leão do Norte (Lenine/Paulo César Pinheiro), O Meu Amor (Chico Buarque), Veja Margarida (Vital Farias) e Chão de Giz (Zé Ramalho) não ficam de fora.

Dos convidados que estão no DVD (Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Lenine, Chico César, gente que compartilhou boa parte desses 30 anos), somente a forrozeira pernambucana Cristina Amaral - que, diferentemente de Elba, não fincou os pés no Sudeste - virá cantar no Rio.

Todos os 13 músicos da banda (sanfona, violão, guitarra, bandolim, cavaquinho, baixo, bateria, percussão, zabumba, teclados e sopros) foram convocados. Para quem quiser forrozear, frevar ou dançar juntinho, o destino é a pista.

Fonte: Estadão

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Elba Convida Margareth Menezes em Trancoso

Depois de se apresentar na abertura oficial do carnaval de Bezerros (PE), no primeiro dia do ano, a cantora Margareth Menezes segue para Trancoso (BA), a cerca de 600 quilômetros de Salvador. Ela é a convidada de Elba Ramalho dessa terça (04/01) para a série de shows Elba Convida. Na terça passada (28/12), quem dividiu o palco com a artista paraibana foi Mariana Aydar. Os eventos acontecem no Para-Ráio, e os ingressos custam R$ 50. As cantoras são amigas de longa data - se conheceram há cerca de 15 anos numa festa da então gravadora delas, a Polygram. É a segunda vez que Margareth participa do evento.

Fonte: Carna Site

domingo, 2 de janeiro de 2011

NaTelinha leva você ao lançamento do DVD de Elba Ramalho no Rio

O NaTelinha e o Vivo Rio vão levar você ao show de lançamento do novo CD e DVD da cantora Elba Ramalho, no Rio de Janeiro, no dia 8 de janeiro.

Entre no Twitter Oficial do NaTelinha (www.twitter.com/sitenantelinha) e dê RT na frase "NaTelinha, me leve ao show da Elba Ramalho". Serão dois sorteados, que assistirão ao show com direito a um acompanhante cada.

Show de lançamento do CD e DVD "Marco Zero" de Elba Ramalho

Elba Ramalho começará a temporada 2011 pelo Vivo Rio. A cantora faz show de lançamento do CD/DVD “Marco Zero”, dia 8 de janeiro, às 22h. Gravado em março de 2010, na festa de aniversário de Recife-PE, o álbum é o mais recente na carreira da cantora, iniciada com “Ave de Prata”, em 1979. As 100 mil pessoas que estiveram no show presenciaram o registro de vários sucessos já interpretados pela artista durante estes anos.

“Marco Zero” celebra uma das grandes vozes femininas da música brasileira. O repertório traz vários parceiros dessa longa estrada. Dele fazem parte composições de Alceu Valença, Chico Buarque, Zé Ramalho, Geraldo Azevedo e Lenine. “Anunciação”, “Eu só quero um xodó”, “Chão de giz” e “Morena de Angola” são algumas das músicas que devem ser executadas no show e que estão no CD/DVD, lançado pela Biscoito Fino.

Regulamento Promoção Show "Elba Ramalho" com o NaTelinha

1. Só é permitida a participação de pessoas maiores de 16 anos, mediante comprovação de idade

2. A Promoção será realizada através do Twitter do NaTelinha (www.twitter.com/sitenatelinha) e os ganhadores serão avisados através do microblog, além de contato por e-mail

3. Só serão válidos RT de seguidores do Twitter do NaTelinha

4. O NaTelinha não fica responsável pelo transporte, alimentação ou qualquer outro tipo de despesa que o ganhador possa ter.

5. A Promoção é válida dos dias 02 a 05 de dezembro, às 20h.

Fonte: Na Telinha

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Elba Ramalho almoça sozinha no Leblon, no Rio

Cantora aproveitou o tempo livre para refletir um pouco

Sozinha, Elba Ramalho foi vista almoçando no restaurante Celeiro, localizado no bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A cantora aproveitou o tempo livre para refletir um pouco quase às vésperas do Natal.

Usando uma calça florida e uma blusinha preta, a cantora deixou o restaurante e foi simpática com o flanelinha que olhava seu carro.

Fonte: O Fuxico

Forró em festa

Com CD/DVD gravado ao vivo no Marco Zero, Elba Ramalho reúne amigos, como Lenine e Geraldo Azevedo, e sucessos para comemorar seus 30 anos de carreira

Em março deste ano, Elba Ramalho subiu ao palco montado no Merco Zero, em Recife, e cantou para um mar de gente. Cem mil pessoas estiveram lá para comemorar os 30 anos de carreira da cantora apelidada de “Tina Turner do sertão”. O motivo do apelido – que ganhou variações como “Madonna do Agreste” ou “Rita Lee da Caatinga” – não é outro senão a energia com que ela carrega todo o público numa sequência de forrós, xotes, frevos e baladas românticas. Isso fica comprovado no CD e DVD Marco Zero Ao Vivo (Biscoito Fino), lançado recentemente.

Aos 59 anos, Elba continua elétrica diante do público e já começa o show entoando Anunciação, de Alceu Valença. O pique é o mesmo, mas Elba sabe que muita coisa mudou desde que ela estreou em 1979 com o disco Ave de Prata. “O Ave de Prata é um disco forte por que traz vários compositores que ninguém conhecia. O regional já estava em minha vida, no meu canto de carpideira. Mas, se for comparar com o novo disco, é outra cantora, outra voz. (Hoje) está tudo mais bem distribuído. Posso dizer que estou no tempo da delicadeza”, avalia a cantora por telefone.

Apesar das mudanças, a curiosidade de apresentar novos compositores não deixou de ser uma marca em seu trabalho. No novo disco, por exemplo, ela convida o cantor André Rio pra dividir Chuva de Sombrinhas e fortifica a parceria com Cezinha do Acordeom, com quem vem trabalhando desde Balaio de amor (2009). “Eu admiro o músico Cezinha. Depois de Dominguinhos, ele é um dos que mais me chamou a atenção”. Como se trata de uma revisão da carreira, Elba também relembra antigas parcerias convidando ao palco Zé Ramalho, Geraldo Azevedo e Alcione e não esconde o orgulho de ter sido a primeira intérprete de sucesso a gravar uma música de Lenine. Em Marco Zero Ao Vivo, ela aceitou a sugestão do pernambucano e dividiu com ele Queixa (Caetano Veloso).

Apesar do um ano de atraso, Marco Zero representa uma bela homenagem à carreira e ao nome de Elba Ramalho. Ao longo desses 31 anos foram 29 discos, quatro DVDs, participações em discos, filmes e uma boa lista de prêmios. Ainda assim, quando pergunto se ela já gravou o disco da sua vida, ela responde (cantando) com um verso de Caetano Veloso: “O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei”. E, em seguida, desdenha, “sei lá”.

Para Elba, difícil mesmo foi resumir 30 anos de carreira em um disco. “Pensei nos sucessos mais populares e nos compositores mais importantes, e consegui traduzir desta maneira”. Já o melhor de fazer este resgate, ela responde rápido com o tom de voz de mulher determinada. “É se sentir alguém que conseguiu construir um castelo. Estou passando quase 40 anos no palco e sem aquele ego chato que certos artistas têm. O barato é perceber que estou aqui.”

SERVIÇO:

Elba Ramalho - Marco Zero Ao Vivo (Biscoito Fino)
Preço médio: R$34,90 (CD 14 faixas) e R$44,90 (DVD 24 faixas)

Fonte: O Povo Online

domingo, 26 de dezembro de 2010

Elba comemora 30 anos de carreira com fôlego para muito mais

Cantora conta como começou e diz que tem sede de muito mais ainda

A cantora Elba Ramalho está comemorando 30 anos de carreira e garante que tem fôlego para muito mais. A data foi comemorado com um show histórico, que reuniu 100 mil pessoas no Marco Zero. Confira trechos da entrevista concedida ao repórter Sérgio Borges.

ARTISTA DESDE PEQUENA
A artista é uma ex-estudante de economia e sociologia. Mas começou a carreira artística no teatro, onde revelou a sua voz e acabou se tornando uma das maiores cantoras do Brasil. "Na verdade a Economia e a Sociologia vieram como uma alternativa para enganar meu pai (risos). Agradar, na verdade. Meu pai sempre foi muito rígido com os filhos, formou todos tem, engenheiro, médico, sociólogo, dentista. E eu não 'dava para nada', como se diz. Só dava para o teatro, para música, só queria tocar bateria, eu tinha banda. Eu vivia noutro mundo. Então meu pai exigiu a faculdade. E eu gostava também de ler, sempre fui uma adolescente pouco festeira, muito mais pretensa a intelectual. Mas infelizmente não me afinei com nenhum dos dois cursos e acabei partindo para aquilo que estava trazendo desde pequena, como projeto de vida, como sonho, que é a arte.

VERVE DE INICIANTE
Ela costuma dizer que mesmo depois de 30 anos mantém a verve de iniciante. "Tudo é uma questão de ter prazer nas coisas da vida. Não é o tempo que tira o prazer de cantar, de encenar, de ser feliz, de se relacionar com as pessoas. Eu sou uma pessoa muito alegre e muito espontânea nessa minha alegria, nessa força. É uma vitalidade natural da minha alma, do meu espírito. Eu estou envelhecendo bem, serena, tranquila, mas com uma satisfação enorme em tudo o que eu faço. Eu acho que o Gonzaga foi assim até o final da vida. E todos os artistas. Eu acho que a arte é uma coisa que está na veia, ela pulsa, ela te alimenta".

MÚSICAS QUE MARCARAM
Nesses 30 anos, duas músicas em especial marcaram a trajetória da artista. "Uma eu cantaria neste momento para o meu Nordeste: 'estou de volta para o meu aconchego...'. E a outra seria 'eu quero um banho de cheiro, eu quero um banho de lua, eu quero navegar...', essa é a minha proposta de vida, é caminhar sobre as águas todas.

PROJETOS
Sobre o futuro, ela avisa: "O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei. Eu quero cantar muita gente ainda, quero fazer uma homenagem ao Chico Buarque, quero cantar a obra de Geraldo, a obra de Zé... eu não sei. A gente tem muitos sonhos, muitas vontades. E a música está aí, ela é como água, brotando no chão o tempo todo, é só ir lá beber.

Fonte: PE 360 Graus

Ave canora paraibana

ELBA RAMALHO lança seu novo trabalho. O CD/DVD foi gravado ao vivo no palco do Marco Zero em Recife, no dia do aniversário da cidade.Entre outros, foram convidados Alcione, Geraldo Azevedo, Spok, Lenine, Zé Ramalho e o forrozeiro André Rio

Em novo DVD, a cantora paraibana Elba Ramalho registra o show "Marco Zero", gravado em março passado, no centro histórico do Recife

Elba Ramalho lança seu novo trabalho. O CD / DVD foi gravado ao vivo no palco do Marco Zero em Recife, no dia do aniversário da cidade em 12 de março de 2010. Entre outros, os convidados são os intérpretes : Alcione, Geraldo Azevedo, Spok, Lenine, Zé Ramalho e o forrozeiro André Rio

A cantora Elba Ramalho, apesar de fazer sua estreia fonográfica nacional no então álbum-duplo "Ópera do Malandro", de Chico Buarque de Hollanda, lançado em 1979, antes já contabilizava uma trajetória artística. A intérprete e atriz paraibana registrou, em 12 de março passado, no aniversário do Recife, seu novo DVD "Marco Zero". O título é uma referência à praça pública em que se localiza o monumento à fundação da capital de Pernambuco.

Então, em vez de comemorar 30 anos de carreira musical, como diz o release distribuído para a imprensa, Elba Ramalho enumera corretamente sua história com o lançamento de "Marco Zero": "O novo trabalho, que está muito bonito e mais forte, é um resgate importante da minha trajetória de quarenta anos na estrada da música popular brasileira. Estou fechando um ciclo e abrindo uma nova porta". "Se for contar desde o início, tudo começou na Paraíba, da década de setenta. Em 1974, já no Rio de Janeiro, o espetáculo ´A Feira´, com o Quinteto Violado, foi o trabalho que abriu as portas para mim no mundo artístico", relembra.

Após a performance no palco com o quinteto pernambucano (grupo com quase 40 anos de carreira), Elba Ramalho começou a circular no meio artístico e teatral carioca. "Como artista, eu era conhecida no Nordeste como a ´Bibi Ferreira da Paraíba´. Na época, faltava espaço para expandir minha arte e então meu destino foi ir para o Rio de Janeiro. Depois de ´A Feira´, participei de ´Ópera do Malandro´ e gravei meu primeiro disco, ´Ave de prata´, em 1979", recorda a cantora.

Marco Zero

O novo trabalho, que conta também com uma versão em CD, traz uma retrospectiva de toda a trajetória discográfica de Elba Ramalho. A cantora fala da seleção do set list: "A escolha do repertório foi muito difícil. Mesmo assim me agradou bastante. Pegamos músicas desde o primeiro disco. Quase todas eu já havia gravado. Também fizemos uma grande enquete com os fãs pela internet. O ´Pavão mysteriozo´, por exemplo, é uma música muito emblemática e está no inconsciente coletivo. Já ´Queixa´ foi uma escolha pessoal do Lenine".

Como o show "Marco Zero" foi muito extenso para o registro em DVD, algumas gravações ficaram de fora do lançamento. "Cantei também ´Beradêro´, do Chico César, com ele, mas não deu para entrar. Cantamos juntos no disco ´Recife nagô´, que é uma saudação musical dele para a capital pernambucana, uma cidade que tem uma cultura eclética e muito forte", explica a cantora paraibana.

Participações

Além do conterrâneo Chico César e do parceiro Zé Ramalho, Elba também contou com outros amigos, antigos e novos. Ao lado da maranhense Alcione, divide os vocais de "O meu amor", de Chico Buarque. "Convidei a Marrom porque ela tem uma identificação com a música e já a havia gravado com a Marieta Severo. Foi também a primeira que cantei em disco". De Pernambuco, a cantora paraibana convidou Lenine, Geraldo Azevedo, o maestrodo frevo Spok e André Rio. "O André é um artista novo, muito bom, e que está cantando o nosso forró tradicional muito bem. Ficaram de fora o Fagner, com quem sempre pensei em trabalhar no palco. A presença do Chico Buarque também seria fundamental", lamenta a intérprete.

Elba promete para 2011 a temporada de lançamento do DVD e avisa que virá ao Ceará. "Vou em Fortaleza, cantar outra vez no Kukukaya. Estou com saudades daí", finalizou a cantora.

Fique por dentro

A banda de Elba

Os instrumentistas experientes que acompanharam a cantora paraibana Elba Ramalho no palco do Marco Zero em Recife foram: Marcos Arcanjo (guitarra), Ney Conceição (baixo), Sergio Machado (bateria), Cezinha do Acordeom (direção musical e sanfona), Nilsinho Amarante (trombone), Gilberto Pontes (saxofone e flauta), Enok Chagas (trompete), Sandro Haick (guitarra, violão e bandolim), Zé Canuto (Sax e flauta), Anjo Caldas, Durval Pereira e Lucas dos Prazeres (percussão) e Rannieri Oliveira (teclados). Destaque para a participação especial do arranjador e Maestro Spock, músico da nova geração pernambucana, conhecido por comandar uma orquestra de sopros que toca frevos, reconhecida no Brasil e no exterior, da qual Elba Ramalho é a madrinha. (NA)

DVD Marco Zero Elba Ramalho
Biscoito Fino
2010
25 faixas
R$ 44,90

Fonte: Diário do Nordeste

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Elba Ramalho passa 30 anos de trajetória em show gravado no Marco Zero, no Recife

A primeira experiência musical de Elba Ramalho foi na adolescência, em 1968, como baterista da banda de rock As Brasas, que criou em Campina Grande. Mas a carreira da cantora começou efetivamente na década de 1970, quando foi convidada pelo Quinteto Violado para se incorporar ao grupo na turnê do show A feira. Ali, começava a forte ligação que ela tem com Pernambuco.

A escolha do Marco Zero, no Recife antigo, para a gravação do DVD e CD comemorativos dos 30 anos de trajetória artística de Elba Ramalho não foi aleatória. O show, apresentado em 12 de março deste ano, com a participação de vários convidados, reuniu 100 mil pessoas naquele local histórico da capital pernambucana e adjacências.

"Durante o carnaval, havia feito 13 shows em Recife e recebi muitas manifestações de carinho das pessoas. Como tinha a ideia de gravar o DVD comemorativo ao vivo, queria que a apresentação fosse para uma grande plateia. Aí, resolvi dividir a energia cristalina com os recifenses, me sentindo em casa, num lugar que jorra cultura popular", conta Elba. A pacífica participação da multidão - fazendo coro, dançando, aplaudindo e manifestando-se de diferentes formas - gerou belas imagens e criou ambiente propício para a cantora protagonizar um emocionante espetáculo.

O show possibilitou a Elba passar em revista momentos dessas três décadas de jornada. "Anunciação" (Alceu Valença) e "Leão do Norte" (Lenine), que abrem o repertório, por traduzir o amor mútuo entre a cantora e povo pernambucano. Daí para frente, são enfileirados frevos, baiões, xotes, maracatus e canções românticas, que a permitem homenagear os companheiros compositores e músicos, com contribuição decisiva para ela chegar ao Olimpo da MPB.

Desses companheiros e amigos, alguns estiveram no Marco Zero, contribuindo para Elba passar alegria, fazer festa para aquela multidão. Geraldo Azevedo, autor das primeiras faixas de Ave de prata (disco de estreia, em 1979), está ao lado dela em "Canta coração" e "Chorando e cantando". Com o primo Zé Ramalho, que lhe deu de presente a emblemática "Banquete dos signos" (gravada no segundo LP), canta "Chão de giz" e "Admirável gado novo". Dominguinhos, companhia frequente desde o início da carreira, marca presença em "Gostoso demais". Já Vital Farias é lembrado em "Veja a margarida", "um dos meus primeiros sucessos", recorda-se.

Olhos de Chico

Autor de "O meu amor" - que apresentou Elba ao Brasil, em dueto com Marieta Severo, no álbum com a trilha do musical Ópera do malandro, 1977 -, Chico Buarque também é reverenciado. Além de fazer a canção com Alcione, outra convidada especial, fica ainda mais solta em "Morena de Angola", também de autoria do compositor. O pernambucano Lenine é parceiro de palco em "Queixa" (Caetano Veloso); enquanto o Maestro Spock tem a mesma função no medley de "Cravo vermelho" e "Ciranda da rosa vermelha". Ela e o conterrâneo Chico César são acompanhados por bailarinos e tambores de maracatu em "Recife nagô".

Diretor musical do DVD, Cezinha do Acordeon exibe timbre próximo do de Dominguinhos, ao juntar a voz à de Elba no hit recente "Só você querer"; enquanto Flávio José marca presença em "Espumas ao vento". Não falta, uma sequência de forró arretados, que inclui "Plic plac", "Forró pesado", "Forró do xenhenhem", "Na base da chinela" e "Eu só quero um xodó".

O clima de carnaval fora de época acentua-se no encerramento do show. Ao cantar "Chuva de sombrinhas", "Morena Tropicana" e "Frevo mulher" com André Rio e bailar com Carlinhos de Jesus, Elba incendeia de vez o público. "A ideia é levar o Elba - Marco Zero para a estrada, ainda no verão. Vai ser difícil ter os convidados do DVD ao meu lado no palco, mas, em compensação, terei a banda que me acompanhou na gravação, sob a direção de Cezinha do Acordeon", adianta.

Fonte: O Norte

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Elba Ramalho vai cantar na posse de Dilma

Os shows previstos para a posse da presidente eleita Dilma Rousseff, no dia 1º de janeiro em Brasília, vão contar com Zélia Duncan, Mart'nália, Gabi Amarantos e mais dois nomes que foram envolvidos na campanha presidencial deste ano: o grupo de rock mineiro Pato Fu e a cantora nordestina Elba Ramalho.

O grupo liderado pela vocalista Fernanda Takai se viu citado na disputa eleitoral em agosto. A então candidata Dilma disse que não iria ao debate realizado pela "TV Canção Nova" sob alegação de problemas de agenda. Mas, durante o evento, postou uma mensagem sobre um show do Pato Fu em seu perfil no Twitter, gerando brincadeiras do também candidato Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).

No início da campanha no rádio e da televisão, a propaganda do candidato José Serra (PSDB) usou uma paródia de "Bate coração", sucesso de Elba Ramalho na década de 1980, interpretado por uma cantora de timbre parecido. Ela negou ter autorizado o uso da música para a campanha. Mais tarde, Elba anunciou apoio a Dilma Rousseff em evento de apoio da classe artística à então presidenciável petista, no Rio de Janeiro.

O local dos espetáculos será em um palco montado na Praça dos Três Poderes, na capital federal.

Fonte: PB Agora

Concerto de Natal reúne 30 mil pessoas na Praia de Camburi

O tradicional concerto de natal da ArcelorMittal foi realizado na Praia de Camburi no último sábado (19) e reuniu 30 mil pessoas. Como artista nacional convidada deste ano, Elba Ramalho, encantou o público com canções sacras, natalinas e clássicos da MPB. Também participaram do evento a cantora Natércia Lopes, o solista Eduardo Santa Clara de Menezes , solistas infantis, quatro corais além de um corpo de baile.

O tom do espetáculo ficou por uma orquestra de 70 músicos formada especificamente para a ocasião. A regência ficou por conta de Helder Trefzger, da Orquestra Filarmônica do Espírito Santo. O tema do evento este ano que era: "Espiritualidade e sustentabilidade. Seja uma luz para o mundo", apresentou coreografias que remetiam à natureza e textos e vídeos sobre o tema.

A pensionista Rita de Cássia, 57, conta que prestigia desde o primeiro concerto. "Venho desde o primeiro. Já é uma tradição vir ao concerto. Assistir apresentações culturais, como esta, só nos enriquece. Só crescemos como pessoa". Sobre o atraso de meia hora, a pensionista comentou. "Sei que será um excelente show, só pela estrutura deste ano, da para perceber". A coordenadora da ArcelorMittal Tubarão, Maria Helena Pagotto, falou sobre o evento. "Essa é 16º edição do concerto, que já é uma tradição na cidade. Uma das surpresas que teremos será uma homenagem à Michael Jackson".

O prefeito da Capital João Coser, comentou que o evento ocorre em uma época especial do ano. "Esta é uma das maiores festas da cidade e acontece em um período que o coração das pessoas está voltado para o outro. Sem contar que é um evento de acesso livre à cultura". Sobre problemas com segurança o prefeito lembrou. "No concerto de natal, não temos precedentes de problemas com segurança. Este é um evento muito tranquilo. O maior problema é o trânsito na região, que é mais intenso com o volume de carros", contou.

O Secretário de Cultura de Vitória, Alcione Pinheiro, relatou a importância do concerto. "Nós hoje temos dois momentos. Um com o concerto e um sem o concerto. Hoje também temos um evento muito melhor. Ainda mais nesse momento, no final do ano. Nos dá boas energias para começar 2011", relatou.

O evento contou oficialmente com uma hora e meia de duração, mas, Elba Ramalho estendeu a atração. O público se divertiu com quase meia hora a mais de show.

Fonte: Site Es Hoje
Gabriel Lima para o Leoa do Nordeste

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Elba canta sucessos no Concerto de Natal na Praia de Camburi

Comemorando 30 anos de carreira, Elba Ramalho lançou o CD e DVD ao vivo "Marco Zero". Trazendo um apanhado da carreira, grandes sucessos regados a misturas rítmicas e ótima performance no palco, o material chega ao mesmo tempo em que Elba desembarca em Vitória para participar do Concerto de Natal, na Praia de Camburi.

A voz que imortalizou sucessos como "Chão de Giz" e "De Volta pro Aconchego" - todas registradas no DVD - participa da festa neste sábado, a partir das 20h, com entrada franca. No palco, estarão, ainda, uma orquestra, corais de adultos e de crianças e bailarinos. Com o tema "Espiritualidade e Sustentabilidade: seja luz para o mundo", o concerto também homenageará José Datrino, conhecido por "Profeta Gentileza".

Além de participar do concerto, Elba está circulando o Brasil com a turnê de "Marco Zero", que foi idealizado durante o Carnaval. "Resolvi e consegui organizar tudo. Acho que me superei ali. Mas a música tem essa capacidade, esse poder de transformação, de fazer com que a gente se supere", afirma a cantora, em entrevista por telefone.

Apesar de ser paraibana, ela gravou o DVD em Recife, onde podia sentir de perto a energia do público. "Foi um show de muita emoção pra mim, um momento de pensar. Na minha vida, tive vários marcos zeros: a estreia como cantora, o primeiro disco. Acho que estava ali fazendo um acerto de contas", avalia Elba.

Para ela, foi um trabalho ousado, com pouco tempo para preparação, mas que tem sua simplicidade com o objetivo de levar alegria para as pessoas. "Temos que preservar o sotaque, os instrumentos da nossa música. Seria uma crueldade eliminar o cavaquinho, o chorinho, o baião. Acho que os modernistas têm que fazer seu trabalho, mas os valores individuais devem ser preservados", diz Elba, referindo-se ao mercado musical cada vez mais confuso e padronizado.

Fonte: Gazeta Online
Gabriel Lima para o Leoa do Nordeste

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Elba Ramalho faz café da manhã nordestino!

Angélica foi tomar um café da manhã danado de bom na casa de Elba Ramalho, paraibana arretada que, mesmo morando no Rio de Janeiro, não abandonou as tradições de sua terra natal. “ Como tapioca todos os dias, mas como muitas frutas, procuro ter uma alimentação leve. Mas quando vou viajar e sei que vou ficar muito tempo sem comer, falo: ‘capricha no café da manhã”, conta a cantora.

Para a manhã com o Estrelas, Elba preparou exatamente o que gostaria de ter todos os dias em sua mesa: cuscuz, cartola e a tapioca, é claro. “ Confesso que eu não sou boa na cozinha, mas se eu não soubesse fazer um cuscuz, seria uma vergonha”, brincou ela. Elba explicou que o preparo do café da manhã tradicional do Nordeste é simples e rápido, mas apresentou um detalhe essencial que Angélica não conhecia: a cuscuzeira, panela especial para cozinhar a massa do cuscuz.

A variedade de recheios e acompanhamentos, todos típicos do Nordeste, deixou a apresentadora com água na boca e fez com que ela descobrisse o segredo de Elba Ramalho: “ Ela faz shows há 30 anos, é daqui que ela tira tanta energia”, brincou Angélica.

Fique ligado no site do programa Estrelas para saber quando a matéria vai ao ar!

Fonte: Estrelas

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

DVD Marco Zero ao Vivo celebra mais do que os 30 anos de uma cantora; celebra os 30 anos de parcerias de uma artista gregária

Maestro Spok, André Rio, Elba e Geraldo Azevedo, no dia da gravação do DVD

É impossível, ao assistir o novo DVD de Elba, não perceber que, muito mais do que a comemoração das três décadas de carreira fonográfica da cantora,o DVD celebra as parcerias feitas por essa grande artista nesses 30 anos de música. Elba é, sem dúvida alguma, uma artista gregária, que valoriza muito as parcerias, a criação em grupo. Não é a toa que coleciona mais de 300 participações especiais em projetos de outros artistas do Brasil e do mundo. Empresta seu brilho e talento a artistas de todos os níveis de sucesso e de qualquer estilo musical; tem parcerias com cantores e compositores tão díspares quanto Chico Buarque, Elymar Santos, Elino Julião, Toninho Horta, Luiz Gonzaga, Cid Guerreiro e por aí vai... Como diz, desde o comecinho de sua carreira, utilizando uma frase carinhosamente “roubada” de Mercedes Sosa, como intérprete que é, elege a canção mais bonita. E é preciso dizer: os compositores foram generosos com ela lhe oferecendo pérolas de rara beleza, cuja tarefa de garimpá-las, como a própria Elba diz no DVD, foi sempre muito prazerosa e lhe proporcionou estabelecer vínculos, parcerias com nomes de grande importância no cenário da MPB. E grande parte destes grandes nomes estão presentes, pessoalmente ou por meio de suas canções, nesse novo projeto de Elba.

Alceu Valença, Lenine, Paulo César Pinheiro, Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Dominguinhos, Nando Cordel, Chico Buarque de Hollanda, Cecéu, João Silva, Rossil Cavalcanti, Assizão, André Rio, Nena Queiroga, Acioly Netto... estão todos aí no balaio de canções deste Marco Zero ao Vivo. Todas as facetas de Elba estão nesse DVD: a forrozeira, defensora do autêntico forró pé-de-serra, com canções como Forró do Plic Plac, Forró Pesado, Forrò do Xenhenhem; a cantora romântica, de sucessos como É Só Você Querer, De Volta pro Aconchego e Chorando e Cantando; a porta-voz dos poetas nordestinos, autores de pérolas como Pavão Mysteriozo, Admirável Gado Novo, Chão de Giz, Canta Coração, Anunciação e Veja (Margarida); a intérprete daquilo que as pessoas que gostam de rótulos poderiam chamar de uma MPB mais classuda, dando voz a Morena de Angola, Queixa; a cantriz, cheia de caras, bocas e intenções em O Meu Amor; a bailarina elegante, fogosa e maliciosa, que rodopia as tão famosas e belas pernas pelo salão em Forró de Gafieira; a defensora da riquíssima cultura nordestina, com seus maracatus, tambores de alfaia, cirandas, presentes em Recife Nagô, Leão do Norte, Cravo Vermelho, Ciranda da Rosa Vermelha; a rainha do carnaval de Pernambuco, claramente presente em clássicos como Chuva de Sombrinhas, Frevo Mulher e Morena Tropicana; a Elba plenamente ligada a Deus, que nos inebria com sua interpretação da Ave Maria enquanto assistimos aos créditos do espetáculo; a integrante dos corais falados, declamando coisas como “Cruel a natureza é. Dá o sol na desmedida, dá o corpo na desmedida, dá o amor na desmedida. Quem nasce no sertão, duas coisas pode ter: ou ser muito abençoado ou ter vindo pra sofrer... Ou ter vindo viver uma graça ou pagar uma desgraça na medida do viver”, retirada do espetáculo teatral Agreste Malvarosa, de Newton Moreno ... Enfim, é um DVD plural, exatamente como é a arte de Elba.

Os duetos de Elba com seus convidados presentes no DVD são todos de grande emoção, momentos de rara beleza mesmo. Elba, como sempre fez em todos esses anos de carreira, apresenta ao restante do Brasil artistas que até então só tinham projeção no nordeste, tirando o Brasil da gaveta, como diria Rolando Boldrin... Neste trabalho, as grandes jóias nordestinas garimpadas por Elba são os excelentes Cristina Amaral, Flávio José e André Rio. Traz ao palco parceiros de sempre, que a acompanham desde o comecinho de sua trajetória na música como Zé Ramalho e Geraldo Azevedo que dividem com Elba os momentos de maior emoção do espetáculo em versos arrebatadoras dos grandes sucessos que proporcionaram a cantora em todos esse tempo. É notável a comoção da cantora e do público em Chorando e Cantando e Chão de Giz. Também estão presentes compositores que experimentaram, por meio da voz de Elba, seus primeiros grandes êxitos de público, como Lenine e Chico César, e é bacana que estes, aqui, se juntam com a cantora na tarefa de eleger a canção mais bonita de outros autores para apresentar ao público presente nesta grande festa! Há ainda amigos que Elba foi conquistando ao longo de toda sua trajetória, como a maranhense Alcione e o carioca Carlinhos de Jesus, que no DVD, repete com Elba um número de grande sucesso do show Popular Brasileira, que a cantora apresentou no Brasil e no exterior entre 1989 e 1990, comemorando dez anos de carreira. E o que dizer do show de sensibilidade e cultura presentes no medley que une as belíssimas cirandas Cravo Vermelho e Ciranda da Rosa Vermelha? Pra mim um dos mais belos momentos do DVD; a junção perfeita da cultura popular, com uma cantora de talento sem igual e um dos mais brilhantes músicos do país...

Plasticamente o show apresentado no DVD também é muito bonito. As projeções dão um colorido todo especial às canções, o figurino de Ary Rodrigues é belíssimo e deixa Elba extremamente sexy. Muito bacana a idéia de abrir o DVD fazendo uma apresentação de todos os CDs de Elba– ou quase todos, já que por um descuido da produção e provavelmente da própria Elba, faltaram Popular Brasileira e o emblemático Leão do Norte . A edição é muito boa e permite que o espectador perceba do sofá de sua casa o quanto o público presente curtiu e se envolveu neste show... A primeira imagem do DVD é belíssima! Recife em peso nas ruas para prestigiar a festa de uma das cantoras mais queridas do país e, talvez, a mais querida de Pernambuco. É lindo ver o Marco Zero e toda sua adjacência completamente tomados pelos súditos dessa rainha da MPB que, já na primeira música anuncia que veio para festa com toda sua garra e que a noite será mágica. Elba sabe o quanto é amada naquela cidade mágica que, exatamente um ano antes, assustada e apreensiva, a via despencar do palco daquele mesmo Marco Zero, na festa em comemoração ao aniversário da cidade... Mas, para nossa sorte, como Elba faz questão de afirmar a cada show após este fatídico tombo, Deus é bom e existe e ela é dura na queda e milagrosamente não sofreu nenhum arranhão neste acidente, tanto que, um ano depois, está no mesmo palco, plena, absoluta, rainha imponente como sempre, festejando seus trinta (e poucos) anos de uma carreira brilhante! A Janis Joplin do Sertão ou a Madonna da caatinga, como alguns críticos a chamavam no início de sua carreira, chegou lá e mostra a todos nesse DVD que é simplesmente Elba Ramalho, em toda sua grandeza, com todas as dores e delícias de ser o que é!

Créditos: Gabriel Loureiro de Lima

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Lançamento do CD e DVD de Elba reúne grandes compositores

A anfitriã Elba Ramalho

Na noite dessa terça-feira Elba Ramalho recebeu os amigos e imprensa na Di Branco Recepções para comemorar o lançamento do CD e DVD, gravados no Marco Zero – registro dos 30 anos da carreira da cantora. Grandes ícones da música nordestina se fizeram presentes como Dominguinhos, Anastácia, Irah Caldeira, Xico Bizerra, Alcymar Monteiro, Santanna, Terezinha do Acordeon, Rogério Rangel, maestro Spok, Geraldinho Lins, Almir Rouche, André Rio, etc.

Xico Bizerra e Santanna e Elba acompanhada de Cezinha e Dominguinhos

Cezinha passa o acordeon para o mestre Dominguinhos

Quem não poderia deixar de estar lá é Cezinha e seu acordeon, que além de ser uma figura presente no novo trabalho da cantora também foi responsável pela produção e direção do show. Claro que o Blog João Alberto aproveitou a oportunidade para perguntar sobre o relacionamento dos dois. Quando perguntado, Cezinha rodou, roudou, mas nada revelou. Apenas saiu com um sorrisão estampado na cara. No palco, a sintonia entre os dois foi visível. Cantaram grandes sucessos como “É só você querer” e “Gostoso Demais”.

Quem também dividiu o palco com Elba foi a pernambucana Cristina Amaral. “Antes era fã de Elba. Agora sou fã e amiga. Estou muito feliz de ter participado do DVD dela ”, afirmou Cristina. O CD de “Elba – Marco Zero” tem 14 faixas, o DVD, 24. O lançamento é da Biscoito Fino e os preços sugeridos são, respectivamente, R$ 24,90 e R$ 44,90.

Fonte: Blog João Alberto